Ilustração: Thiago Mello.

‘Qual o sentido da vida?’ Esta é a primeira questão de “Como vejo o mundo’, obra do físico alemão Albert Einstein.

Enquanto pensamos na resposta, lembro que num dia 28 de setembro, como hoje, outra inquietação formulada pela mente do cientista foi respondida aqui no Brasil. A Teoria da Relatividade foi aceita pela comunidade científica mundial no Ceará de 1919.

Foi um eclipse do céu ensolarado de Sobral que comprovou que matéria e energia curvam tempo e espaço, deixando claro que tudo está conectado. A partir dali, o mundo passou a girar de outra forma.

Não é tão simples assim, mas também não é preciso entender tecnicamente a Teoria da Relatividade, para que seus conceitos e consequências sejam relevantes para qualquer pessoa, especialmente se educada, de espírito crítico e que aprecie conhecer a natureza e o mundo que a cerca. Afinal, basicamente, tudo que sabemos sobre o universo devemos a essa teoria, que é considerada a mais importante contribuição científica do século XX.

De uma forma bem simplificada, uma de suas conclusões é sobre a relatividade da noção de tempo. Por exemplo: quando estamos perto de quem amamos, o tempo passa voando e quando estamos fazendo o que não gostamos, parece que o tempo está parado. Como anda o seu tempo?

Saber que a velocidade da luz é a maior velocidade do universo influenciou tanto nossas vidas, que passou a integrar nossa essência, afinal, estamos sempre perguntando “quem somos, de onde viemos e para onde vamos”.

E você, como vê o mundo?

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A coluna “Aldeia Glocal” é publicada no Tribuna do Ceará, às quartas-feiras, e vai ao ar na Rádio Tribuna BandNews (FM 101.7), às 9h10.

 

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