O Brasil é notícia no mundo. O momento é histórico. Para o bem e para o mal. E não há como negar que estamos em crise.

 

Seja econômica, social, de confiança, ambiental, ética, moral ou do que quer que seja, penso que concordamos que apenas com muita criatividade para superar o que vivemos hoje.

 

Nesse contexto, proponho (re)conhecer no passado idílico, o ideal de uso e ocupação do espaço urbano em que as pessoas (con)viviam com baixos índices de violência e alta capacidade de relacionamento.

 

Inspirados na idade de ouro dos afetos perdidos, da Fortaleza da década de 1930, podemos (re)criar esses afetos em nova escala, possibilitando encontros, a partir da participação e valorização de iniciativas culturais, ambientais, artísticas e esportivas.   

 

Podemos participar de uma nova forma de (vi)ver Fortaleza, ocupando praças, parques e demais espaços públicos e verdes da cidade.

 

Podemos aprender muito com esses encontros. Um com o outro, com a cidade e, claro, com a natureza.

 

Vamos ler juntos na praia e descobrir como o poeta Manoel de Barros “aprendeu que as folhas das árvores servem para nos ensinar a cair sem alardes”?

 

Urbi et orbi e faça parte da ALDEIA GLOCAL em aldeiaglocal.com.br, afinal, quanto mais global, mais local.

 

A coluna “Aldeia Glocal” é publicada no Tribuna do Ceará, às quartas-feiras, e vai ao ar na Rádio Tribuna BandNews (FM 101.7), às 9h10.

 

 

2 thoughts on “As folhas das árvores servem para nos ensinar a cair sem alardes

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