Ilustração: Thiago Mello

Hoje é o Dia Mundial do Rock, bebê. Um ótimo motivo para lembrar que também existe impacto ambiental de bandas e músicos, por exemplo, numa turnê mundial, que pode liberar milhares de toneladas de dióxido de carbono (CO²), o gás que contribui para o aquecimento global. Ainda bem, que, sabendo disso, roqueiros mais conscientes neutralizam as suas emissões, comprando créditos de carbono de companhias que cuidam de plantio de árvores, proteção de áreas verdes ou instalações de energia renovável. Em outras palavras, eles pagam a quem planta e mantém árvores e a quem aposta em energias limpas, como a eólica e a solar.

Se nossos ídolos são responsáveis, nós também podemos ser. Não se preocupe em ser um ecochato e entre na onda do ecoRockalismo, um movimento que junta rock e ecologia pelo plantio de um milhão de árvores. Ele foi criado em 2010, Ano da Biodiversidade (de acordo com a ONU), e tem como um de seus principais lemas o fato de que “O Ecorockalista não considera chatas as conversas sobre meio ambiente. O que ele acha chato é ser ignorante”.

E por isso, lançaram o MudaRock, uma iniciativa que teve como objetivo plantar um milhão de árvores nativas em apoio à campanha “Plantemos para o Planeta: Campanha Bilhões de Árvores”, criada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pelo Instituto Brasileiro de Florestas, que plantou as árvores.

Para participar do “Muda Rock” era só fazer o download das músicas selecionadas porque a cada música baixada, uma árvore era plantada e você recebia um Certificado Digital de Plantio.

O projeto acabou, mas o Rock não vive só de plantar mudas, ele plantou também, uma sementinha em nossas mentes. Vamos procurar saber quais dos nossos ídolos nos ajudam a deixar o mundo um lugar melhor de se viver?

Urbi et orbi e faça parte da ALDEIA GLOCAL em aldeiaglocal.com.br, afinal, quanto mais global, mais local.

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