Foto: Henrique Kardozo

 

De onde vem e para onde vai tudo o que eu quero e depois não quero mais? Vem da loja? Vai para o lixo? Se eu tenho um pouco de dinheiro e educação, essas podem ser as respostas.

Quando pergunto ‘o que você faz, quando não quer mais uma coisa?’, a resposta costuma ser ‘jogo fora’. Insisto na questão e pergunto ‘o que é, objetivamente, jogar fora?’. ‘Eu coloco na lixeira’, escuto. Mas como quero saber onde tudo vai parar, continuo: ‘E depois?’. ‘Ah, a Prefeitura pega e leva para o aterro sanitário’.

Você sabe o que é um aterro? Como o próprio nome sugere, e de uma forma bem simples, é um lugar onde enterramos o que não queremos mais. Isso mesmo, enterramos para perto ou dentro dos nossos rios, dos nossos mares. Misturamos ao solo que nos sustenta. ‘Ah, mas podemos queimar esse lixo todo’. Já escutei essa também. E o que não é incinerar se não transformar em gás tudo que não presta mais?

No final das contas, jogar fora é igual a jogar dentro. Dentro da comida que nos alimenta, da água que nos hidrata, do ar que respiramos. O lixo vai todo pra dentro da gente.

Mas o que podemos fazer? Pensar um pouco antes de comprar. Necessidade não é desejo. Consumidor não precisa ser consumista. Comprou? Use, reuse, recicle. Afinal,
quem paga a conta é você. Sou eu. É o meio ambiente.

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